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Dia das Mães deve registrar recorde de fraudes

Por Marcelo Leal
Blog Post04/21/2021
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O Dia das Mães foi criado nos Estados Unidos, no início do século 20, em maio de 1908 e logo se popularizou por todo o país. Chegou aqui no Brasil dez anos depois, sendo celebrado pela primeira vez em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A oficialização da data se deu apenas em 1932, durante o Governo Getúlio Vargas. Por meio de um decreto determinou-se o segundo domingo de maio como momento para comemoração dos “sentimentos e virtudes do amor materno”.

A cada ano esta data foi ganhando relevância para o comércio nacional, sendo considerada “o Natal do 1º semestre” devido ao aumento das vendas em diversos setores.

Em 2020 muitas entidades de comércio entraram em debates com os governos locais diante das medidas restritivas para conter o avanço da COVID19, que impactaram significativamente as vendas nesta data, registrando diminuição de até 41% em faturamento para o varejo em comparação ao ano anterior.

No entanto, as restrições que afetaram o comércio tradicional incentivaram o comércio eletrônico. Um estudo da Compre&Confie, parceiro da Social Mine, indica um aumento de faturamento do e-commerce em 117% durante o Dia das Mães de 2019, o que demonstra uma mudança no comportamento de compra das famílias.

Em 2021, a comemoração do Dia das Mães ainda ocorrerá com medidas restritivas em várias regiões do país, o que traz um certo pessimismo para o varejo físico. Porém, especialistas apostam novamente no bom desempenho do comércio online, apontando duas importantes razões:

I. O varejo digital veio para ficar, acelerando a tranformaçãos digital de vários negócios e ganhando seu lugar de destaque mesmo após a pandemia.

II. Com o cenário da pandemia no Brasil e boa parte do varejo físico fechado, há uma euforia para as compras online. Algumas consultorias especializadas no segmento, como a E-bit| Nielsen, já apontam para um crescimento de 26% no comércio digital em 2021, que contará com uma grande contribuição das datas comemorativas mais tradicionais, entre elas o Dia das Mães.

Mas nem tudo é tranquilidade para estes novos comerciantes digitais. Em 2020, a fraude transacional explodiu com o aumento das transações no comércio eletrônico, o que gera uma necessidade por soluções que tragam um equilíbrio entre não rejeitar transações legítimas perdendo faturamento e não gastar em excesso com soluções antifraude. Segundo alguns especialistas, o vendedor de comércio digital médio pode gastar até quatro vezes mais do que perde em fraudes diretas. Sem contar que muitas vezes deixa de faturar.

 

Em um levantamento da TransUnion sobre tendências globais de fraudes online, foi constatado que os fraudadores estão aumentando seus esquemas digitais contra as empresas. O recente Estudo Global Consumer Pulse, da TransUnion, revela que 20% dos consumidores brasileiros foram recentemente alvo de fraudes digitais.

Desde a o início da COVID-19 em 2020, as instituições financeiras chegaram a registrar aumento de mais de 80% nas tentativas de ataques de phishing - que se iniciam por meio de recebimento de e-mails que carregam vírus ou links e que direcionam o usuário a sites, que, normalmente, possuem remetentes desconhecidos ou falsos.

Outro dado considerado relevante quando falamos em fraude diz respeito ao aumento da participação de pessoas acima de 60 anos no comércio eletrônico. De acordo com um estudo realizado pela Kantar Ibope, esse grupo etário ficou ainda mais ativo nas redes sociais e nas transações on-line durante a quarentena, uma vez que 75% dos idosos com acesso à internet fizeram alguma transação on-line no ano passado. Um recorde! Além disso foi identificado um aumento de 66% nas interações via mídias sociais, na comparação com os últimos cinco anos. Isso é ótimo, mas a tecnologia traz riscos.

Um levantamento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) revela que desde o início da quarentena houve um aumento de 60% em tentativas de golpes financeiros contra idosos e, atualmente, 70% das fraudes estão vinculadas a tentativas de estelionatários em obter códigos e senhas. Os criminosos abusam da ingenuidade ou confiança do usuário para obter informações que podem ser usadas para acesso não autorizado a computadores ou informações bancárias.

De acordo com o estudo da TransUnion, os principais tipos de fraudes praticados são:

  • Phishing: quando o criminoso se passa por uma pessoa/empresa conhecida (ou alguém com que se relaciona) com intuito de roubar dados ou informações bancárias (27%).
  • Golpes de vendedores terceirizados em sites legítimos de varejo online (21%).
  • Fraude envolvendo caridade e arrecadação de fundos (19%).

Comparados com períodos anteriores, o percentual de suspeitas de tentativas de transações digitais fraudulentas originadas no Brasil aumentou 11% apenas no primeiro trimestre deste ano, o que poderá levar a um percentual acumulado ainda maior que 2020.

Existem algumas medidas protetivas que o consumidor pode tomar para evitar essas fraudes, dentre elas:

  • Nunca fazer cadastro em sites suspeitos sem a certeza da autenticidade do site.
  • Nunca passar dados pessoais por telefone, mensagens de texto e aplicativos de mensagem: é preciso sempre ter certeza de quem está do outro lado da linha.
  • Não compartilhar dados pessoais em redes sociais: as redes sociais são abertas e nunca se sabe quem terá acesso aos dados expostos.
  • Desconfiar de ofertas muito chamativas: elas normalmente são utilizadas por fraudadores para captura de dados e não são reais.

E como as empresas podem se proteger?

O uso de um bom sistema antifraude é indispensável. Principalmente com o aumento de transações online, as operações de e-commerce precisam cada vez mais de soluções capazes de detectar atividades suspeitas que acusem tentativas de fraude.

A Transunion, por exemplo, monitora bilhões de transações e milhares de websites e aplicativos contidos em seu pacote de soluções de identidade, autenticação baseada em risco e análise de fraudes - TransUnion TruValidate™, para aprimorar e direcionar as estratégias de prevenção à fraude de seus clientes.

Para mais informações sobre as soluções de Prevenção à Fraude da TransUnion, acesse :

Soluções Analíticas de Prevenção à Fraude

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As informações postadas neste blog eram precisas no momento em que foram publicadas. Nós não garantimos a exatidão ou integridade dessas referências fornecidas com o passar do tempo após a sua publicação. Os dados contidos no blog da TransUnion são fornecidos apenas para fins educacionais e não constituem aconselhamento legal ou financeiro. Você deve consultar seu próprio consultor financeiro sobre sua situação particular ou a de sua empresa.

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